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WE WORK

Brooklin - SP

Um programa de treinamento para negociadores, influenciadores e vendedores.

 

O programa foi estruturado com base nas 3 dimensões do mundo dos negócios por Fred Kofman. ( PhD em Economia, autor, foi Vice Presidente de Desenvolvimento Executivo no LinkedIne atualmente conselheiro de Desenvolvimento de Liderança no Google).

 

Focado no desenvolvimento de habilidades e competências comerciais, no engajamento e na conquista de metas.

 

Adimensão do impessoal, “ISSO”. Foca nas tarefas, sistemas, processos e recurso. Refere-se à habilidade racionais  para alcançar metas. 

 

A dimensão do interpessoal, “NÓS” .Foca na relação entre os indivíduos, suas interações e a qualidade das suas conexões. Refere-se à habilidade do trabalho de forma colaborativa para suas metas. 

 

A dimensão do pessoal, “EU” .Foca nos valores, pensamentos, sentimentos, inspirações, senso de proposito e felicidade do individuo. Refere-se à habilidade da organização de ter membros compro- metidos e entusiasmados para atingirem suas metas. 

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O que é MANAGEMENT 3.0?

 

“A gestão não consiste em selecionar as melhores ideias; e sim criar um sistema que permita emergir as melhores ideias. ” J. Appelo

 

Management 3.0 surgiu a partir da publicação do livro do holandês Jurgen Appelo, escritor, palestrante, desenvolvedor, empreendedor, ilustrador, gerente e blogger. Foi recentemente CIO na ISM eCompany, uma das maiores organizações de soluções e-Business dos Países Baixos.

O autor do best seller Management 3.0 (Gestão 3.0), diz que “devemos reinventar a gestão para que possamos endereçar os desafios que o mundo dos negócios nos oferece nos tempos atuais”. O autor que é uma referência no mundo ágil, descreve em seu livro o papel de um líder em organizações ágeis.

 

Há muita referência a respeito de métodos ágeis com foco no desenvolvimento e gestão de projetos, mas pouco sobre liderança e, neste contexto, e Management 3.0 veio para cobrir uma lacuna.

Jurgen propõe ferramentas e práticas para:

  1. Energizar as pessoas;
  2. Empoderar a equipe;
  3. Alinhar restrições;
  4. Desenvolver competências;
  5. Crescer estrutura;
  6. Melhorar tudo.

O foco do líder deixa de ser controlar a equipe e passa a ser o de apoiar e garantir que não existam bloqueios para que tudo flua garantindo um ambiente de confiança em que todos possam ser criativos e trabalhar efetivamente juntos.

Managament 3.0 não é apenas um livro, mas um movimento de transformação do estilo de gestão. Neste movimento, as pessoas são a parte mais importante do sistema, e o papel do líder é mantê-las motivadas e engajadas. Em ambientes complexos e que mudam constantemente, uma gestão que abraça a mudança e encoraja outros para que façam o mesmo.

“Se as melhores memórias de sua vida são todas sobre suas férias, talvez não devesse voltar ao trabalho amanhã. ” J. Appelo

Ser feliz com que o está fazendo e produzindo, sentir-se reconhecido e valorizado é um dos objetivos deste novo modo de ver a gestão. E faz parte do papel do líder apoiar as pessoas para que encontrem o caminho.

Texto: Fabiana Mello.

 

A Moving Forward alinhada as grandes tendências mercadológicas

As 10 Competências do Futuro.


The Future of Jobs: Employment, Skills and Workforce Strategy for the Fourth Industrial Revolution. No documento, são reveladas as 10 habilidades que os profissionais do futuro deverão possuir até 2020 para não sucumbir no mercado de trabalho. São elas:

10. Flexibilidade cognitiva

A flexibilidade cognitiva envolve ampliar as maneiras de pensar, imaginando diferentes caminhos para resolver os problemas que surgem diante de nós. A habilidade compreende expandir os interesses pessoais e profissionais, sair da zona de conforto e se relacionar com pessoas que desafiam suas visões de mundo.

9. Negociação 

Com a ascensão das máquinas no mercado e a consequente automação do trabalho, as habilidades sociais serão mais importantes do que nunca no futuro. Mesmo pessoas com cargos técnicos em breve deverão mostrar mais empenho em suas habilidades interpessoais. 

8. Orientação de serviço

Como os valores estão mudando rapidamente, saber orientar corretamente os clientes será uma habilidade essencial no mercado de trabalho. Mais do que saber orientar, o profissional deverá conhecer seu público, estudar seus clientes, para adaptar os produtos e serviços oferecidos à realidade do consumidor.

7. Julgamento e tomada de decisões

De acordo com relatório da WEF, o julgamento e tomada de decisões será uma habilidade fundamental no mercado de trabalho de 2020. Os profissionais do futuro deverão examinar números, encontrar insightsnas informações analisadas e utilizar o Big Data para tomar decisões estratégias nas empresas. 

6. Inteligência Emocional 

A inteligência emocional compreende identificar nossos próprios sentimentos, para que possamos nos motivar e gerir as emoções dentro de nós. É uma habilidade social importante para os gestores e líderes, de acordo com o relatório da WEF, será muito demandada em todas as indústrias do futuro.

5. Coordenação com os outros 

A coordenação com os outros é uma habilidade social importante, que envolve saber se comunicar, trabalhar com pessoas de diferentes personalidades e, acima de tudo, lidar com as diferenças encontradas em cada uma delas.

4. Gestão de pessoas 

Saber gerenciar pessoas significa saber motivar equipes, maximizar a produtividade e responder às necessidades dos funcionários. A gestão de pessoas é uma ferramenta muito importante e se conecta diretamente com a inteligência emocional.

3. Criatividade

Ser criativo é ser capaz de conectar informações aparentemente díspares e, a partir dessa conexão, construir novas ideias para apresentar algo “novo”. A avalanche de novos produtos e novas tecnologias vêm exigindo dos profissionais uma boa dose de criatividade para que possam se beneficiar de todas essas mudanças.

2. Pensamento crítico

O pensamento crítico envolve lógica e raciocínio. O profissional deve ser capaz de usar a lógica e o raciocínio para questionar determinado problema, considerar várias soluções para aquele obstáculo e colocar os “prós” e “contras” na balança, a cada nova abordagem.

1. Resolução de problemas Complexos 

O profissional do futuro deverá ter a elasticidade mental para resolver problemas que nunca viu antes, e que podem ficar mais complexos a cada minuto. Os solucionadores de problemas complexos serão os profissionais mais demandados no futuro.

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Conceitos da metodologia ágil aplicada a auto-gestão

 

  • Compartilhe  seus projetos junto a equipes pequenas equipes (entre 5 a 9 pessoas).
  • Seja um líder facilitador: o Scrum Master de seus projetos.
  • Tenha objetivos comuns e quebre-o em metas, se o prazo for extenso.
  • Realize entregas em sprints, com prazos entre 2 a 4 semanas.
  • Mantenha a comunicação clara e constante, com todos os membros e pares.
  • Tome decisões baseadas no engajamento e comprometimento.
  • Entenda o erro como parte do processo.
  • Explore a aprendizagem compartilhada (lições aprendidas).
  • Lide com as mudanças de forma natural. Seja flexível.
  • Inspecione sem constrangimento.
  • Considere que o time é responsável pela auto-organização: :todos são responsáveis pelo trabalho que está sendo feito.
  • Colabore.
  • Priorize as tarefas com base em valor.
  • Gerencie o tempo e não permita ser gerenciado por ele. Time boxing: as reuniões são inteligentes e planejadas. 
  • Teste suas ideias, antes de investir semanas ou mesmo meses para efetivá-las.
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Começaremos esse artigo classificando o erro em erro mal visto e erro bem-vindo.

O que é o erro mal visto?
O erro mal visto é o erro não aceito, o erro que causa dano, perda, prejuízo financeiro ou prejuízo moral. É o erro causado pela falta de atenção, pela falta de interesse ou pela falta de foco. O erro mal visto vitimiza quem o comete, pois é um erro difícil de lidar que leva o individuo a buscar um culpado, exatamente por não termos desenvolvido a cultura do erro e não por sermos fracos ou maldosos. O erro mal visto é gerador da caça às bruxas, ou seja, a procura do culpado.

Neste cenário, as organizações desenvolveram: metas, avaliações de competências, implantação de projetos, plano de carreira e plano estratégico. Há muito, o erro mal visto é punido e gera consequências graves para quem o cometeu, marcando sua história de crescimento e novas oportunidades.

Casos como o de Jorge, Ana e Walter (nomes fictícios) são comuns. Jorge, um bem-sucedido coordenador da área financeira, estava prestes a ser promovido. Sua avaliação nos últimos 3 anos, era superior à média, porém no ultimo ano, ele cometeu um grave erro, gerando um prejuízo de R$ 1.200.000,00 e multa de R$ 120.000,00 para a companhia. No inicio, Jorge buscou um culpado, mas como era coordenador da área, teve que explicar o que havia acontecido e a falha ficou clara. Na avaliação seguinte, ele recebeu a primeira nota abaixo da média em sua carreira e isso comprometeu gravemente a sua promoção.

Ana (nome fictício), lideraria a implantação de um grande projeto de tecnologia que impactaria 70% dos processos diários de sua instituição. Há meses vinha desenvolvendo um trabalho brilhante, entregando projetos no prazo, dentro do financeiro planejado e com uma equipe altamente coesa. Em uma discussão com o seu chefe, assumiu um risco que acabou se efetivando. Resultado: seu chefe a acusou como responsável pelo ocorrido e Ana teve sua imagem abalada, sendo substituída por seu colega na liderança do projeto.

Walter (nome fictício), superou todas as metas de venda da sua região e seria indicado para uma posição fora do Brasil, algo que ele buscava há anos. Após a crise do mercado, as vendas em sua região caíram e ele foi responsabilizado. Como consequência, a sua indicação foi suspensa.

Estes e tantos outros casos mostram como as organizações lidam com o erro e qual o impacto gerado para quem o causa.

Talvez, se Jorge, tivesse validado as informações antes de enviá-las para o órgão regulamentador, se Ana tivesse previsto e disparado uma contingencia para o risco que seu chefe queria evitar e se Walter apresentasse uma alternativa de recuperação ao invés de se lamentar, tudo teria sido diferente, porém não foi o que aconteceu e o que as organizações trataram foram o erro em si.

O que é o erro bem-vindo?
O erro bem-vindo é erro que gera oportunidades, abre portas e cria visões antes não exploradas. O erro bem-vindo é o erro incentivado que convida o individuo ou o grupo a pensar fora da caixa. O erro bem-vindo gera elogios e é incentivado pelos lideres e equipes.

O erro bem-vindo é erro que ocorre quando damos solução para um problema gravem sem alternativa. Quando geramos lucro, em uma operação falida. Quando descobrimos o que ninguém viu. O erro bem-vindo, exige segurança de quem o cometeu, confiança de quem o percebeu e aceitação do ambiente onde ele foi causado.

Então, como lidar com o erro bem-vindo quando tenho medo de errar?
A pergunta é feita com frequência no decorrer dos workshops sobre gestão de mudança, transformação e Resiliência. 
"Se eu já fui punido, se meus colegas que erraram já foram punidos e se a temporada de caça às bruxas é aberta quando um erro ocorre, como mudo a minha forma de lidar com o próprio erro?"
Consideremos os cenários: erro mal visto e erro bem-vindo.

O primeiro passo é identificar se o erro é mal visto ou bem-vindo. 
Se o erro é mal visto, como posso transformá-lo em bem-vindo?
Quais são as oportunidades que tenho?

Se o erro é bem-vindo, o que posso aprender com o meu erro? O que posso fazer melhor? Como posso transformar o erro em oportunidade?

O segundo passo é ampliar a visão e identificar como o erro impactou o ambiente.
Alguém foi prejudicado pelo seu erro? Se sim, como reverter o impacto?
Houve algum dano ao ambiente? Se sim, como reverter o dano?

Por ultimo, definir um plano de ação para uso do aprendizado e a evolução do processo.

Programa de desenvolvimento do capital social

 

Por meio de workshops e oficinas os participantes trabalharam o relacionamento interpessoal, a gestão positiva do conflito, a tomada de decisão, a comunicação colaborativa e o modelo mental (mindset).

 

Num clima de aprendizado compartilhado, construímos um caminho para a auto responsabilidade, o diálogo e a visão sistêmica.

 

 

 

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"O Coaching é um poderoso, fantástico instrumento de reflexão, revisor de mapas mentais e visão de mundo, propostas de mudança, elaboração de planos de ação e finalmente de colocar a mão na massa para criar uma vida diferente, a vida que vale a pena ser vivida. Havia sentido na pele como foi penoso passar por todos estes passos sem ele. Penso, que todas as pessoas deveriam se beneficiar deste acelerador de resultados e poder desfrutar mais da vida."

Depoimento Luciano Lannes - Editar Revista Coaching Brasil

Parceria Cubo Itaú


A cada mês um tema atual e desafiador, solicitado pela comunidade e conduzido pelas consultoras da Moving Forward.

 

Os workshops são abertos ao público em geral e o conteúdo é aplicado tanto no âmbito profissional, quanto no pessoal.

 

O tema central para o ano de 2019: A cultura da colaboração

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